Até outubro, a secretaria da Fazenda do Estado descarta qualquer contratação por conta dos gastos com a folha de pagamento

25 de junho de 2019

O concurso da Polícia Militar de Santa Catarina (PM-SC) lançado nesta segunda-feira entrará na fila dos processos seletivos da área da segurança em andamento ou prontos para a nomeação dos profissionais. Até outubro, a secretaria da Fazenda do Estado descarta qualquer contratação por conta dos gastos com a folha de pagamento. Mas, assim que os números liberarem, serão cinco concursos da segurança na fila.

Três deles estão prontos: Polícia Civil, Instituto Geral de Perícias (IGP) e Corpo de Bombeiros. Nestes casos basta o governador Carlos Moisés decidir pela convocação. Na Polícia Civil são 200 vagas para agente e 194 para escrivão. No IGP há 360 vagas para perito prontas, enquanto no Corpo de Bombeiros são 292 excedentes que aguardam a nomeação.

Além disso, a própria PM-SC tem outro concurso em andamento, que deve ser finalizado ainda em 2019. O processo seletivo prevê a contratação de 70 oficiais para ocupar os cargos de comando da corporação. O concurso de soldados, segundo diz o edital, será concluído no começo de novembro deste ano.

A soma das cinco seleções geram 1.756 novos servidores para o governo do Estado. Obviamente não há como chamar todos os concursados aprovados de uma vez só, por isso que a filosofia dentro da secretaria de Segurança (SSP) é deixar os processos seletivos prontos para quando for possível fazer a convocação. Com isso, os interessados nos concursos devem ter paciência e saber esperar.

Dentro da SSP, atualmente, há um entendimento de que as contratações devem ser feitas aos poucos. Por isso, nem no caso dos bombeiros seriam chamados os 292 numa única efetivação. No IGP há uma previsão de nomeação dividida pelos próximos quatro anos.

Sistema prisional entrará na fila

Um sexto concurso entrará em breve na fila dos concursados de Santa Catarina na área da segurança. O governo prometeu no mês passado abrir 600 vagas para o sistema prisional, que tem déficit no número de profissionais. O processo seletivo, neste caso, ainda depende da contratação da banca para a prova e do lançamento do edital.

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