Os golpistas avisam que um oficial de Justiça irá até a residência ou estabelecimento do consumidor, junto com uma equipe da Celesc, para fazer a retirada do medidor, devido ao pagamento de uma taxa para substituição do equipamento não ter sido quitada

3 de agosto de 2019

Nesta quinta-feira, 1º de agosto, a Celesc vem recebendo diversas reclamações de clientes referentes a tentativas de golpe/fraude de pessoas que se identificam como servidores da Justiça Federal. Durante o contato por telefone, os golpistas avisam que um oficial de Justiça irá até a residência ou estabelecimento do consumidor, junto com uma equipe da Celesc, para fazer a retirada do medidor, devido ao pagamento de uma taxa para substituição do equipamento não ter sido quitada.

Logo após, pedem que os clientes entrem em contato por meio de um 0800 para solicitar a regularização junto à distribuidora de energia e confirmar alguns dados. Em seguida, são orientados a fazer contato com outro número, supostamente da Justiça Federal, e no atendimento, são orientados a realizar um depósito judicial em uma conta bancária. com o objetivo de sanar o débito.

A Celesc esclarece que não realiza esse tipo de contato e os número oficiais do Call Center são: 0800 48 0196 (emergência), 0800 48 0120 (comercial), 0800 48 3232 (ouvidoria) e 0800 64 64 050 (para deficiente auditivo). O atendimento também está disponível de forma presencial em diversos pontos de Santa Catarina, ou pela internet no www.celesc.com.br. Destacamos que a Celesc não solicita, por telefone, qualquer depósito em contas bancárias e alertamos ainda para que os consumidores não repassem dados pessoais e de unidades consumidoras por nenhum meio que não seja os canais oficiais.

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Sobre a operação Curto-Circuito, divulgada hoje (2/08), pela DEIC, a Celesc vem esclarecer que:

– a investigação é decorrente de queixa crime formalizada pela própria Celesc, junto à Policia Civil e ao Ministério Público;

– que o caso foi constatado em 2017, a partir da apuração de inconsistências nos dados referentes à conta contábil específica de contrato de arrecadação de terceiros;

– que realizou sindicância interna e confirmou a materialidade e a autoria das irregularidades, que resultou em inquérito administrativo e demissão do empregado envolvido por justa causa;

– que a Celesc promoveu as medidas administrativas cabíveis, dentro da sua competência, para ressarcimento de todos os danos decorrentes do processo;

– que foram implementados controles internos adicionais para evitar novas fraudes;

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