Emanuelle diz que familiares e amigos que moram no Brasil não devem se assustar

7 de março de 2020

Com o coronavírus se alastrando em vários países europeus e na américa muitas medidas foram tomadas para tentar barrar o avanço da doença, porém, o número de casos confirmados e mortes vem aumentando consideravelmente, como é o caso da Itália. Em depoimento exclusivo a rioantense Emanuelle Barzotto, que mora há três anos na cidade italiana de Conegliano, região do Vêneto, distante à meia hora de Veneza, relata a situação vivida nos últimos meses.

Emanuelle, que é casada com um italiano e mãe de um filho de três anos, conta que no início a população da região correu aos supermercados, as escolas foram fechadas, pontos turísticos interditados, pessoas usando máscaras, voos cancelados, mas que seus familiares e amigos que moram no Brasil não devem se assustar, pois a situação está sendo controlada da melhor maneira possível.


A sensação no momento, segundo Emanuelle, é de estar em uma “montanha russa” pois achavam no início que a preocupação era um exagero, pensando se tratar de uma simples gripe, mas que depois perceberam a gravidade e a agressividade do vírus. O frio predominante na região é um dos fatores que agrava a situação dos portadores da doença e a disseminação do vírus. Emanuelle ressalta que o momento é de solidariedade e prevenção, evitando contatos que possam disseminar o vírus e mantendo os ambientes limpos e arejados.

Chegou a mais de 100 mil o número de casos confirmados de Covid-19 e mais de 3,3 mil mortes pelo mundo. A Itália já registra 148 mortes por conta do coronavírus. Há mais de 3,8 mil casos confirmados no país. No Brasil foi confirmado nesta sexta-feira (06) o 9º caso da doença.

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