No Rio Canoas, em Lages, na região da Serra Catarinense, foi apreendido 400 metros de rede de pesca

13 de outubro de 2020

Para prevenir e reprimir a pesca irregular, a PMA (Polícia Militar Ambiental) realiza até o dia 31 de janeiro de 2021 a “Operação Piracema”. Neste sábado (10), a fiscalização ocorreu nas águas do Rio Uruguai, no reservatório de água da Usina Hidrelétrica de Campos Novos, no Meio-Oeste de Santa Catarina.

Foram realizadas abordagens à pessoas em atividade de pesca, tanto em embarcações na água quanto nas margens do rio. A PMA destacou as regras para realizar a pesca neste período de Piracema nas águas da bacia do Rio Uruguai.

Segundo a soldado da PMA, Ana Carolina Bernardi Teles, foi apreendida uma rede de pesca de mais de 20 metros, salvos os peixes e liberados de volta às águas. Nenhuma infração foi lavrada.

“Mais de 30 pessoas foram abordadas em embarcações e às margens do rio. Reforçamos as regras da Piracema e nenhum petrecho de pesca irregular estava sendo utilizado por elas”, relatou.

Já no Rio Canoas, em Lages, na região da Serra Catarinense, foi apreendido 400 metros de rede de pesca.

A operação contou com o apoio da 5ª Base de Aviação do Batalhão de Aviação da PMSC (Lages).

Extremo-Oeste

No sábado, a PMA de São Miguel do Oeste também realizou fiscalização no Rio Uruguai. Em mais de 40 quilômetros patrulhados, os policiais abordaram pescadores, distribuíram cartilhas de orientação e apreenderam materiais de uso proibido neste período.

Foram apreendidos e recolhidos seis molinetes, um espinhel e aproximadamente 900 metros de redes de malhas diversas. Além disso, foi lavrado 01 auto de infração ambiental no valor de R$ 750,00.

Crime ambiental

O tenente do 2º BPMA, Jardel Lucio Bocchi, explica que, durante o período da Piracema, não é permitido pescar em corredeiras, cachoeiras, saídas de água das casas de forças das usinas e nem a 1.500 metros acima ou abaixo desses locais. Outra área proibida é em pontos de encontro dos rios afluentes ao Rio Uruguai e a 500 metros abaixo e acima dos mesmos.

“Quem for pego pescando de forma irregular será preso em flagrante e conduzido à delegacia. A lei de crimes ambientais prevê penalidade de 1 a 3 anos de detenção”, destaca Bocchi.

Bocchi salienta que o pescador também responderá procedimento criminal e administrativo com multa ambiental de no mínimo R$ 700,00. Além de ter todo o material de pesca apreendido.

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