Cirurgias particulares, de convênios e do SUS foram realizadas no HSDS em 2020

8 de dezembro de 2020

O ano foi atípico para muitas pessoas e empresas. Para os hospitais, 2020 foi ainda mais desafiador, pois a adaptação da sua capacidade foi uma das principais contendas para atingir o nível necessário de assistência à Covid-19 no Brasil e no mundo. No final do mês de abril  pesquisadores da Fiocruz, PUC-Rio, IME, UFRJ e NKU (Northern Kentucky University, EUA) elaboraram uma Nota Técnica como medida de orientação para melhoria da gestão e adaptação de hospitais em situações de contingência e crise através da abordagem de seis dimensões: espaço, funcionários, suprimentos, atendimento, objetivos de expansão e abrangência.

Segundo a Nota e as orientações de expansão, hospitais poderiam se tornar referência Covid, de campanha ou não voltados para Covid, que atenderiam outros pacientes ou não possuíam estrutura para diagnosticar e tratar pacientes positivados. Em Santa Catarina, com a ausência de hospitais de campanha, buscou-se ampliar o serviço dos hospitais já existentes e tornar alguns, estratégicos, em centros de referência Covid para atender a região imediata conforme a demanda. Um olhar mais atento ao Meio-Oeste indica que as referências Covid se localizaram em Joaçaba e Caçador.

Em Videira, no Hospital Salvatoriano Divino Salvador, a ala Covid, com enfermaria e UTI exclusivas e isoladas, já atendeu centenas de pessoas desde que os casos começaram a aparecer na região. “Nós continuamos atendendo outras demandas. Mesmo que a pandemia esteja aí, as pessoas ainda sofrem acidentes de trânsito, ainda enfartam, ainda ganham bebês, etc. e precisam de atendimento”, conta o diretor administrativo do HSDS André Ragnini.

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Medidas de segurança

Para seguir com os atendimentos e continuar como uma referência em saúde integral na região, o HSDS formulou diversas medidas para permitir a oferta das cirurgias sem apresentar riscos ao paciente e à equipe técnica. Segundo a enfermeira Daivana L. Kunz, o Hospital promove uma triagem bastante acurada antes de autorizar a realização da cirurgia. “Nós investigamos o paciente a fundo para eliminar quaisquer dúvidas sobre um possível contágio que possa colocar em risco a sua saúde ou a equipe. No caso das cirurgias autorizadas pelos planos de saúde ou as particulares, requisitamos que o médico solicite o exame de Covid no consultório antes de autorizar o procedimento. Essas duas estratégias se mostraram bastante eficazes e não tivemos nenhum caso de contaminação no Centro Cirúrgico”, ressalta.

O total de cirurgias é composto pela soma de cirurgias de emergência, de urgência e eletivas. As primeiras são aquelas que precisam ser feitas em um curto intervalo de tempo, geralmente em menos de 6 horas, pois há risco de vida ou de perda de membros. Os casos de urgência agrupam procedimentos que apresentam risco de vida ou de perda de membros se forem realizados em um intervalo maior de tempo (entre 6 e 24 horas). Cirurgias eletivas, por sua vez, são aquelas que podem ser postergadas por até 1 ano sem causar grandes problemas.

Entre janeiro e setembro, o Hospital realizou uma média de 210 cirurgias mensais e ultrapassou a marca de 2.500 cirurgias no total.

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