Também foram registrados 20 novos casos, chegando a 2.975

13 de janeiro de 2021

Foi confirmada nesta terça-feira, 12, mais uma morte por complicações da Covid-19, em Caçador. A vítima foi uma mulher de 76 anos.

Ainda, foram registrados mais 32 pacientes recuperados da Covid-19. Ao todo, são 2.677 pacientes curados. Também foram registrados 20 novos casos, chegando a 2.975.

Em resumo:
VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DE CAÇADOR

– 2975 casos confirmados: 2677 estão curados; 218 isolados em casa; 10 internados no Maicé
Óbitos: 70
(38 homens: 84 anos / 89 anos / 51 anos / 66 anos / 81 anos / 80 anos / 75 anos / 80 anos / 66 anos / 81 anos / 70 anos / 84 anos / 52 anos / 86 anos / 50 anos / 47 anos/ 73 anos/ 81 anos/ 65 anos/ 80 anos / 74 anos/ 61 anos/ 74 anos/ 79 anos/ 89 anos/ 65 anos/70 anos/ 66 anos/ 69 anos/ 66 anos/ 80 anos/ 67 anos/ 67 anos/ 75 anos/ 64 anos/ 68 anos/ 85 anos/ 80 anos)
(32 mulheres: 87 anos / 75 anos / 80 anos / 91 anos / 57 anos / 72 anos / 88 anos / 71 anos / 88 anos / 64 anos / 80 anos / 64 anos / 81 anos / 77 anos / 77 anos/ 81 anos/ 74 anos/ 73 anos/ 85 anos/ 50 anos/ 73 anos/ 60 anos/ 49 anos/ 60 anos/ 70 anos/ 60 anos/ 53 anos/ 70 anos/ 64 anos/ 64 anos/ 80 anos/ 76 anos)
– Testes realizados: 21.482
– Pacientes monitorados: 3356

MAICÉ
– São 12 pacientes internados na UTI: 10 confirmados ( 5 de Caçador/ 5 de outras cidades) e 2 suspeitos.
– Na Ala Clínica (isolamento), há 19 pacientes internados: 5 confirmados (5 de Caçador) e 14 suspeitos.
– Houve mais 1 alta de Caçador.

Acompanhe os boletins online em http://saudecacador.com.br/painelcovid

O secretário de Saúde de Caçador, Roberto Marton, destacou, em entrevista coletiva na tarde desta terça-feira, 12, a lotação máxima dos leitos destinados para Covid no Maicé.

“Precisamos de ajuda, principalmente dos nossos jovens”, diz secretário de Saúde

Roberto Marton fez pronunciamento em entrevista coletiva nesta terça-feira (12). O secretário de Saúde de Caçador, Roberto Marton, destacou, em entrevista coletiva na tarde desta terça-feira, 12, a lotação máxima dos leitos destinados para Covid no Maicé.

“Precisamos de ajuda, principalmente dos nossos jovens, que querem e podem fazer um mundo melhor junto com a gente”, conclamou Roberto, ressaltando a necessidade de que a comunidade cumpra as orientações dos órgãos de Saúde.

“É necessário que todos tenham consciência social e mobilização. Uso de álcool gel e higienização das mãos, distanciamento social e uso de máscaras”, reforçou Roberto.

UTI Covid lotada

“Já esperávamos que teríamos um pico da doença, devido às festas de final de ano. Temos 22 leitos com respiradores e estão todos lotados”, completou Roberto.

“Precisamos das pessoas ao nosso lado. As ações técnicas sendo adotadas, dentro dos protocolos, mas as pessoas precisam acreditar que é o momento agirmos em conjunto. Nenhuma ação de repressão funciona mais do que a conscientização”, acrescentou o secretário.

Faltam profissionais

A falta de profissionais para atender nos leitos Covid afeta Caçador, mas também todo o Brasil. “Muitos profissionais estão sendo afastados e não existem mais no mercado de trabalho para repormos. Isso porquê não é qualquer profissional que vai poder trabalhar na UTI Covid, por exemplo, precisa ser especialista e não existem mais disponíveis”, revelou Roberto.

Pico pode piorar na semana que vem
Roberto também fez questão de enfatizar que este pico que Caçador e o Brasil estão vivendo é referente às festividades de Natal. “E a semana que vem será muito pior, por causa do ano novo, quando as pessoas saíram e se aglomeraram”, destacou o secretário.

Ações antecipadas

O secretário salientou ainda que a direção do hospital Maicé se antecipou nas ações, sabendo que a situação estaria pior neste momento. “Então, além dos 12 leitos de UTI, foram abertos mais 5 com respiradores na Emergência, além de outros 5 na Ala Clínica. E foram solicitados ainda mais respiradores para o Governo do Estado, que estamos aguardando a chegada. Mas, o hospital Maicé, através da sua direção, se organizou e fez o possível. Volto a ressaltar: faltam profissionais para atender a toda essa demanda”, acrescentou.

Pedido humanitário

“Nós adotamos e estamos seguindo todos os protocolos. Agora, nosso pedido é humanitário: para que as pessoas tenham consciência, amor e respeito à vida. Porque o que acontece é que a pessoa vai, se diverte com os amigos, sem máscara, chega em casa e contamina a mãe, o pai, a família. Nós estamos fazendo o máximo para atender, mas não podemos fazer o impossível”, finalizou Roberto.

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